O Caderno Composição: Toquinho / Mutinho
Sou eu quem vou seguir você
do primeiro rabisco até o bê-a-bá
em todos os desenhos coloridos vou estar
a casa, a montanha, duas nuvens no céu
e um sol a sorrir no papel
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Sou eu quem vou seguir você
do primeiro rabisco até o bê-a-bá
em todos os desenhos coloridos vou estar
a casa, a montanha, duas nuvens no céu
e um sol a sorrir no papel
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“ De modo geral, (as pessoas ) esforçam-se para eliminar o orgulho, sabendo que orgulho é o começo da ilusão e a ausência de orgulho o começo da verdade, que estas duas atitudes são como duas fontes: da ilusão brotam as diversas espécies de males e da verdade, a multidão dos bens humanos e divinos” .
Adquirir um olhar claro e esclarecedor, para a pessoa, é adquirir a humanidade. Fílon vê na raiz de todos os males aquilo que se traduz por orgulho, mas que também se poderia traduzir por “desmedida” (hybris) ou por inflação. Todavia, o têrmo orgulho denota o caráter consciente, livre, da aquiescência à desmedida ou inflação.
Se ligue “ em você”
Existe uma luzinha no seu peito.
Uma luz que os olhos não vêm.
Mas quando ela está acesa, a gente sente.
Pois é ela que causa os nossos sentimentos.
“Por mais intransmissível que fossem os humanos, eles sempre tentavam se comunicar através de gestos, de gaguejos, de palavras mal ditas e malditas.”
“Eu ainda não sei controlar meu ódio mas já sei que meu ódio é um amor irrealizado, meu ódio é uma vida ainda nunca vivida. Pois vivi tudo – menos a vida. E é isso o que não perdôo em mim, e como não suporto não me perdoar, então não perdôo aos outros. A este ponto cheguei: como não consegui a vida, quero matá-la. A minha cólera – que é ela senão reivindicação? – a minha cólera, eu sei, eu tenho que saber neste minuto raro de escolha, a minha cólera é o reverso de meu amor; se eu quiser escolher finalmente me entregar sem orgulho à doçura do mundo, então chamarei minha ira de amor.” Ler Mais »
Tags:citações
Assim disse Pistórius a Sinclair:
“- Sempre achamos que são demasiadamente estreitos os limites de nossa personalidade! Atribuímos à nossa pessoa somente aquilo que distinguimos como individual e divergente. Mas cada um de nós é um ser total do mundo, e da mesma forma como o corpo integra toda a trajetória da evolução, remontando ao peixe e mesmo a antes, levamos em nossa alma tudo o quanto desde o princípio está vivendo na alma dos homens. Todos os deuses e todos os demônios que já existiram, quer entre os gregos, os chineses ou os cafres, todos estão conosco, todos estão presentes, como possibilidades, desejos ou caminhos. Se toda a humanida perecesse com exceção de uma só criança medianamente dotada, esse menino sobrevivente tornaria a encontrar o curso das coisas e poderia criar tudo de novo: deuses, demônios e paraísos, mandamentos e proibições, antigos e novos Testamentos.
- Pois bem – objetou-lhe Sinclair. -Mas que fim leva o valor do indivíduo? Para que aspiramos a algo se já temos tudo concluído em nós mesmos?
- Alto lá – exclamou Pistórius com força- Há muita diferença entre levarmos simplesmente o mundo em nós mesmos e conhecê-lo. Um louco pode expor idéias que lembram as de Platão e um colegial devoto pode criar em sua imaginação profundas conexões mitológicas que aparecem nas doutrinas dos gnóstico ou de Zoroastro. Mas sem sabê-lo! E enquanto não sabe, é uma árvore ou uma pedra, ou quando um animalzinho. Não creio que se possam considerar homens todos esses bípedes que caminham pelas ruas, simplesmente porque andam eretos ou levem nove meses para vir à luz. Sabes muito bem que muitos deles não passam de peixes ou de ovelhas, vermes ou sanguessugas, formigas ou vespas. Todos eles revelam possibilidades de chegar a ser homens, mas só quando vislumbram e aprendem a levá-las em parte à sua consciência é que se pode dizer que possuem uma…”
O livro narra a busca de Sidarta pela iluminação na Índia. Educado, bonito, filho de um homem rico, ele procura a luz com os Samanas, que vivem para pensar, esperar e jejuar. Descobre Buda, mas não aceita sua doutrina. É iniciado nos jogos do amor por uma cortesã, mas só encontra a decadência e decide abandonar tudo. Torna-se então balseiro num rio junto ao sábio Vasudeva e só então conhece a redenção. Ler Mais »
Embora os adultos geralmente agarrem a chance de atualizar sua leitura durante as férias, muitas crianças e adolescentes, especialmente em famílias de baixa renda, leem poucos livros durante as férias de verão – isso quando leem.
Porém, o preço de manter os livros fechados é alto demais. Diversos estudos documentam um “declínio de verão” nas habilidades de leitura assim que as escolas liberam os alunos na primavera, no Hemisfério Norte. Ler Mais »
A musicoterapia é considerada uma ciência paramédica que estuda a relação do homem com o som e a música. A influência fisiológica e psicológica do som no cérebro traz inúmeros benefícios à pessoa. Através da pesquisa sobre a vida e o ambiente ao qual está inserido o paciente, a musicoterapia busca identificar e equilibrar seu ritmo interno, para possibilitar uma melhora.Tags:Musicoterapia
Especialista em educação propõe uma reformulação radical no currículo de ciências do ensino básico. “Quem tem uma experiência ruim com a matéria se magoa, não quer saber mais dela”, diz.
Por: Thiago Camelo
Publicado em 05/08/2010 | Atualizado em 05/08/2010
Livro: GOFFMAN, Erving. Estigma: Notas sobre a manipulação da Identidade Deteriorada. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.
Erving Goffman nasceu em 11 de junho de 1922, foi um sociólogo e escritor canadense. Estudou nas universidades de Toronto (B.A. em 1945) e de Chicago (M.A. em 1949, Ph.D. em 1953). Estudou a interação social no dia-a-da, especialmente em lugares públicos, principalmente no seu livro “A Representação do Eu na Vida Cotidiana”. Para Goffman, o desempenho dos papéis sociais tem a ver com o modo como cada indivíduo concebe a sua imagem e a pretende manter. Estudou também com especial atenção o que chamava de “instituições totais”, lugares onde o indivíduo era isolado da sociedade, tendo todas as suas atividades concentradas e normalizadas. Podem-se citar com exemplo as prisões, os manicômios, os conventos e algumas escolas internas. Ler Mais »