		


	







<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>

<!DOCTYPE rss PUBLIC "-//Netscape Communications//DTD RSS 0.91//EN"
 "http://my.netscape.com/publish/formats/rss-0.91.dtd">

<rss version="0.91">

<channel>
<title>Portal Psique.org</title>
<link>http://psicanalise.psique.org</link>
<description>Resum&atilde;o Psique.org</description>
<language>pt-br</language>

<item>
<title>Ano Internacional do Planeta Terra</title>
<link>http://psicanalise.psique.org/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=3</link>
<description>A Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Cultura
(Unesco) defendeu hoje p&amp;ocirc;r as geoci&amp;ecirc;ncias a servi&amp;ccedil;o da humanidade,
especialmente do mundo em desenvolvimento, ao lan&amp;ccedil;ar o Ano
Internacional do Planeta Terra.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div class=&quot;lrec&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&amp;quot;Estamos diante de uma encruzilhada na hist&oacute;ria da Humanidade&amp;quot;, disse o diretor-geral da Unesco, Koichiro Matsuura.
Ao incentivar os geocientistas a ajudar a prever cat&aacute;strofes,
especialmente nos pa&iacute;ses pobres, Matsuura disse que n&amp;atilde;o se pode &amp;quot;reagir
de maneira eficaz &amp;agrave;s amea&amp;ccedil;as&amp;quot; do planeta sem a geoci&amp;ecirc;ncia.
Em discurso para centenas de pessoas de diversos pa&iacute;ses e setores, o
diretor-geral da Unesco ressaltou que problemas em assuntos como sa&uacute;de,
clima, &aacute;guas subterr&amp;acirc;neas e oceanos, entre outros, exigem uma r&aacute;pida
atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o.
Por ocasi&amp;atilde;o do lan&amp;ccedil;amento do Ano Internacional do Planeta Terra, a
Unesco e a Uni&amp;atilde;o Internacional de Ci&amp;ecirc;ncias Geol&oacute;gicas apresentaram a
Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Paris.
Este documento pede para que pol&iacute;ticos, cientistas e empres&aacute;rios
utilizem os conhecimentos cient&iacute;ficos dispon&iacute;veis em benef&iacute;cio de
&amp;quot;todas as comunidades do mundo, especialmente dos pa&iacute;ses em
desenvolvimento&amp;quot;.
Al&eacute;m disso, o texto incentiva o mundo da geoci&amp;ecirc;ncia a aproveitar
este Ano do Planeta Terra para encontrar &amp;quot;respostas satisfat&oacute;rias para
perigos futuros&amp;quot; e fomentar um uso sustent&aacute;vel dos recursos.
Para conscientizar todos sobre &amp;quot;a beleza e a diversidade&amp;quot; da Terra,
a Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o defende o uso dos &amp;quot;geoparques&amp;quot;, reservas da biosfera e
&aacute;reas classificadas como Patrim&amp;ocirc;nio da Humanidade, como instrumentos
p&uacute;blicos a favor da conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do desenvolvimento.
</description>
</item>

<item>
<title>Minist&amp;eacute;rio quer evitar dupla vacina&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra febre amarela</title>
<link>http://psicanalise.psique.org/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=2</link>
<description>Diante da
corrida aos postos de sa&uacute;de e da amea&amp;ccedil;a de estoques vazios, o
Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de vai recomendar aos Estados que redobrem os esfor&amp;ccedil;os
para conter a revacina&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra a febre amarela. O governo deve enviar
um of&iacute;cio para as secretarias estaduais recomendando que sejam
vacinadas prioritariamente pessoas que residam em locais de risco e que
estejam com a carteira de vacina&amp;ccedil;&amp;atilde;o em atraso. Nesta segunda, soldados
do Ex&eacute;rcito buscaram focos e tentaram combater o mosquito no Distrito
Federal.
&lt;br&gt;</description>
</item>

<item>
<title>Degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ambiente aumenta risco de febre amarela</title>
<link>http://psicanalise.psique.org/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=1</link>
<description>O bi&oacute;logo Rafael Piovezan, coordenador do Centro
de Zoonoses de Santa Barbara d'Oeste (138 km de S&amp;atilde;o Paulo), fala sobre
a forma a atual forma de transmiss&amp;atilde;o da febre amarela. Segundo ele,
esta &eacute; uma doen&amp;ccedil;a que circula em &aacute;reas silvestres e que tem se inserido
nas cidades principalmente por meio da urbaniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que comprimiu os
espa&amp;ccedil;os florestais e pela maior visita&amp;ccedil;&amp;atilde;o das pessoas a estes
ambientes.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;</description>
</item>

</channel>
</rss>